Feira da Linguagem

A I Feira da Linguagem da Escola Municipal José Horácio de Góis aconteceu no dia 20 de julho, conforme programado. Foi um dia de muito trabalho, mas, também, de muita aprendizagem, uma vez que os alunos do 4° ano tiveram a oportunidade de mostrar à comunidade o conhecimento construído ao longo do projeto.  Sem sombra de dúvidas, esse evento abriu o caminho para que os professores e os gestores possam construir, futuramente, outras formas de melhor integrar a família ao meio escolar. Logo abaixo, podemos encontrar algumas fotografias desse momento.

 

Elaboração do panfleto para divulgação da feira

No dia 19 de junho, após escolhermos a data que acontecerá a feira, a turma da professora Vanuza elaborou um panfleto com as principais informações do evento. Sua distribuição será feita pelos próprios alunos em Guanduba e nas comunidades vizinhas (Oiteiros, Jacaré Mirim, Arisco). Para iniciar esse nova prática de letramento, Fernanda, Vanuza e eu apresentamos à turma o gênero textual. Depois que observaram as suas principais características, os alunos começaram a dar sugestões para o panfleto que juntos iriam criar. Ainda achamos válido ressaltar que foi utilizado um notebook e um datashow para essa atividade, pois, por meio desse material, estimulamos a interação entre os estudantes e, consequentemente, a construção do saber pela troca de conhecimentos. Depois de toda uma manhã de trabalho e aprendizagem, este foi o produto desse dia (clique no nome para baixá-lo):  PANFLETO

Reescrita das crônicas

Hoje, mais uma vez, trabalhamos com o gênero textual “crônica”, agora buscando a reescrita dos textos produzidos pelos alunos e, também, pelos pais. Primeiro, voltamos a apresentar um exemplar do gênero cartaz. Por mais que ele tivesse vários problemas de ordem gramatical, não tivemos como intenção apontar o que estava “certo” e “errado”, mas sim mostrar as possibilidades de análise linguística. A partir da exposição do cartaz, refletimos, por exemplo, que a fala não pode ser encarada como sinônimo da escrita e, dessa forma, as regras que são próprias a uma modalidade não podem ser incorporadas pela outra. Além do mais, também refletimos sobre a importância do dicionário para a produção textual e o que leva uma pessoa a trocar letras de uma palavra. Com relação a esse último ponto, foi destacado a semelhança do som de alguns fonemas, tais como /s/ e /z/, /i/ e /e/.  Ao final dessa primeira parte, reescrevemos o texto que estava no cartaz.  Em seguida, as crônicas foram devolvidas, e nós passamos em cada grupo para auxiliar os alunos e os pais nesse momento de reescrita.   Este foi o cartaz que escolhemos para iniciar as ações deste dia:

Fonte: http://www.google.com.br/imgres?q=aperte+a+campainha+ser%C3%A1+atendida&hl=pt-BR&sa=X&biw=1517&bih=741&tbm=isch&prmd=imvns&tbnid=DY4V6w1pFNEA3M:&imgrefurl=http://www.iplay.com.br/Imagens/Divertidas/0z9i/Perola_Da_Nossa_Lingua_Portuguesa&docid=K7r71M8anD6CSM&imgurl=http://midia.iplay.com.br/Imagens/Fotos/003110.jpg&w=405&h=500&ei=HIjaT76aMKiG2gWUxZi1CA&zoom=1

Produção de Fanzines

Iniciamos as atividades deste dia apresentando aos alunos, como também às mães que estiveram presentes, a ideia de uma faixa para ser colocada em frente à escola durante a I Feira da Linguagem. Partindo da seguinte pergunta: O que será escrito nessa faixa? Pedimos algumas sugestões. Após todas as ideias terem sido apresentadas, concluímos que o texto da faixa será o seguinte:

I FEIRA DA LINGUAGEM

 A Escola Municipal José Horácio de Góis

na constante luta contra a dengue e as drogas

Em seguida, como no encontro anterior, pedimos para que os alunos e as mães fizessem  dois grupos. Os vídeos foram apresentados novamente, mas, desta vez, em grupos diferentes. Assim, o grupo que havia trabalhado com a temática da dengue no dia 15/05, assistiu ao vídeo da TV ESCOLA, que aborda o outro assunto (as drogas). Ao final dos vídeos, duas novas discussões foram abertas. A partir delas, entramos na última etapa da atividade, a apresentação e a produção de fanzines. Com o auxílio de dois notebooks, mostramos alguns exemplos desse gênero textual ao alunos e às mães. No entanto, sabemos que só ver não é suficiente para compreender toda a complexidade do gênero, é preciso, antes de tudo, ter um exemplar de fanzine em mãos. Sendo assim, eu e Fernanda criamos o nosso próprio fanzine para mostrar aos dois grupos e, posteriormente, os estudantes se juntaram em dupla ou em trio para também colocar as “mãos na massa”, ou melhor, no papel e na caneta.

Elaboração de cartazes na E. M. José Horácio de Góis

Ontem, 15 de maio, estivemos na E. M. José Horácio de Góis para mais uma atividade, esta foi dividida em três momentos:

1° Divisão da turma em dois grupos e a escolha das temáticas pelos alunos. Enquanto que o grupo “A” optou por trabalhar com o tema “drogas”, o grupo “B”, por outro lado, preferiu ficar com o tema “dengue”. Assim, deixamos um notebook em cada grupo e apresentamos alguns exemplares do gênero discursivo “cartaz”. Cabe destacar que duas mães participaram conosco dessa atividade.

2° Em seguida, passamos dois vídeos, um para cada grupo. Um deles foi da TVESCOLA, que retratou, por meio de um desenho animado, a angústia dos pais com um filho viciado em drogas, já o outro girou em torno de orientações dadas pelo médico Drauzio Varella sobre os cuidados que devemos tomar para evitar a dengue. A partir desses vídeos, abrimos duas discussões.

3° A terceira etapa da atividade consistiu na elaboração dos cartazes para a primeira feira da linguagem na escola. Os vídeos serviram de base para esse momento.

Logo abaixo, podemos encontrar algumas fotos dessa atividade:

Reunião na E. M. José Horácio de Góis

Ontem, dia 10 de maio, eu, Fernanda e Mércia tivemos a oportunidade de participar de uma reunião na Escola Municipal José Horácio de Góis. Nesse encontro, os professores e os gestores da referida instituição mostraram aos responsáveis pelos alunos a relevância do conselho escolar para fortalecer o laço entre os pais, o centro educacional e a comunidade.  Achamos aquele momento oportuno para conversar com os pais sobre a visita que os seus filhos irão fazer à UFRN. Dessa forma, Mércia aproveitou para definir a data da visita, esta acabou sendo marcada para o dia 28 deste mês. O encontro também foi de fundamental importância para que eu e Fernanda pudéssemos expor as nossas propostas, escutar o que os pais tinham a dizer com relação a elas e, em seguida, convidá-los para que, a partir da próxima terça-feira (15/05), se unem a nós durante essa jornada.